Se a tua vida fosse um barco, o que dirias ao vento? Imagina que estás a navegar num veleiro e que és o comandante do barco. Estás a imaginar?

Imagina agora que o vento começa a soprar na direção em que era não suposto. Logo, naquela direção que é a menos favorável para a tua navegação. Quando o vento é forte, pode colocar em causa a embarcação, estragar as velas… ou, até mesmo, afundar o barco. O que farias nessa situação?

Dizias ao vento para mudar de direção? Gritavas com ele até ele perceber as tuas razões? Queixavas-te do vento? Talvez não desse muito resultado, não é? Não é isso que fazem os comandantes dos barcos, pois não?

Talvez o melhor fosse procurar ajustar as velas ao vento. Ou até procurar rumar noutra direção. Talvez seja isso que fazem os navegadores.

Pois é! A tua vida é um barco, tu és o comandante e o vento existe!

O vento dura o tempo que tiver de durar. Não podes escolher o vento ou meteorologia, mas podes escolher o que fazer com a tua embarcação. Podes escolher como queres relacionar-te com o vento!

Por isso, quando passas o dia a dizer que, tudo à tua volta está errado, que ninguém percebe nada, que nada está bem como está, talvez isso seja o vento! Talvez esteja na hora de te perguntares a ti mesmo: “- Quem não está não bem onde está? Quem não está a saber o que fazer com o barco?”

Talvez, em algum momento, esta pergunta seja válida para todos nós: para ti, para mim…

 

Texto e Fotografia | Té Monteiro

 

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